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Quanto custa criar um site profissional em 2026?

O preço de um site varia de zero a dezenas de milhares de reais. A diferença está no que vem incluído, em quem faz o trabalho e nos custos que continuam depois da entrega. Este guia mostra como comparar.

Leitura de 6 minutos

Por que os preços variam tanto

Quem pede orçamento de site para um pequeno negócio costuma receber valores muito diferentes para o que parece ser o mesmo produto. Isso acontece porque "site" pode significar coisas bem distintas: uma página feita pelo próprio dono em uma ferramenta gratuita, um modelo pronto ajustado por um profissional, ou um projeto desenhado do zero por uma agência, com várias reuniões e etapas de aprovação.

Antes de comparar preços, vale entender quatro perguntas. Quem vai montar o site? Quantas páginas ele terá? O que está incluído além do desenho, como textos, fotos, cadastro no Google e hospedagem? E quanto será pago depois, todos os meses ou todos os anos? Dois orçamentos só são comparáveis quando respondem às mesmas perguntas.

Os caminhos possíveis e o custo de cada um

  • Fazer sozinho em uma ferramenta. Plataformas como Wix e Hostinger cobram uma mensalidade e oferecem modelos prontos. O custo em dinheiro é baixo no começo, mas o dono precisa dedicar tempo para escrever os textos, tratar as fotos, configurar o endereço do site e o Google. A mensalidade continua enquanto o site existir.
  • Contratar um profissional autônomo. O valor varia conforme a experiência e o escopo. É importante combinar por escrito o que está incluído, quem fica com o acesso ao site e como funcionam as alterações depois da entrega.
  • Contratar uma agência. Projetos personalizados, com planejamento, desenho exclusivo e reuniões, costumam custar mais. Fazem sentido para empresas que precisam de recursos específicos ou de uma identidade visual construída do zero.
  • Contratar um site pronto. É o modelo da DigiRocket: o cliente envia as informações pelo WhatsApp e recebe o site no prazo combinado no atendimento, com pagamento único. O Plano Essencial custa R$ 497 e tem uma página; o Plano Premium custa R$ 997 e tem várias páginas, edição pelo próprio cliente e Google Meu Negócio configurado.

Custos que aparecem depois da entrega

Muitos orçamentos mostram só o valor de criação. Os custos recorrentes ficam para depois e, somados, podem passar do valor inicial em poucos anos. Os principais são:

  • Domínio. É o endereço do site, como seunegocio.com.br. O registro de domínios terminados em .com.br é feito no Registro.br e tem custo anual.
  • Hospedagem. É o serviço que mantém o site no ar. Pode estar incluída por um período no pacote contratado ou ser cobrada por mês ou por ano. Pergunte quanto custa depois do período incluído.
  • Manutenção e alterações. Trocar um preço, uma foto ou um horário pode ser feito pelo próprio dono, se o site permitir, ou pode exigir o profissional, com custo por alteração ou por hora.
  • Ferramentas extras. Sistemas de agendamento, lojas virtuais e plataformas de pagamento costumam ter mensalidade própria ou taxa por venda.

Na hora de decidir, some o valor de criação aos custos de três anos. É uma forma simples de comparar opções que parecem baratas no início com opções de pagamento único.

O que um site profissional precisa ter, independentemente do preço

Um site barato que não traz clientes sai caro. Um site caro que o cliente não consegue usar no celular também. Para um pequeno negócio, estes itens são o mínimo:

  • Funcionar bem no celular, porque a maioria das pessoas vai abrir o site pelo telefone.
  • Botão de contato visível, de preferência para o WhatsApp, logo na primeira tela.
  • Informações completas: o que o negócio faz, onde fica, horário, formas de pagamento e preços, quando fizer sentido mostrar.
  • Endereço seguro (https), que aparece com o cadeado no navegador.
  • Carregamento rápido, porque o visitante desiste quando a página demora.
  • Cadastro no Google, para que o site e a ficha do negócio apareçam nas buscas da região.

Como comparar orçamentos sem cair em armadilhas

  1. Peça tudo por escrito. O orçamento deve listar páginas, recursos, prazo, número de rodadas de ajuste e o que está fora do pacote.
  2. Pergunte de quem é o site. O domínio deve ficar registrado no nome do dono do negócio, e não no nome de quem fez o site.
  3. Pergunte sobre alterações. Saiba se o próprio dono poderá trocar textos e fotos ou se cada alteração terá custo.
  4. Veja exemplos reais. Peça para ver sites já entregues e abra-os no celular.
  5. Calcule três anos. Some criação, hospedagem, domínio e manutenção para o período.
  6. Desconfie de promessas de posição no Google. Ninguém controla os resultados gratuitos do Google. Quem promete primeiro lugar garantido está prometendo o que não pode cumprir.

O custo de não ter site

Também vale considerar o custo de ficar sem site. O cliente que pesquisa no Google e não encontra informações claras sobre o negócio escolhe o concorrente que as mostra. Esse custo não aparece em nenhuma conta, mas existe a cada busca perdida.

Quando vale investir mais

Nem todo negócio precisa de um projeto grande. Uma barbearia, um restaurante ou um consultório costumam precisar de um site claro, rápido e bem cadastrado no Google, e não de recursos sofisticados. Investir mais faz sentido quando o negócio precisa de funções específicas, como loja virtual com muitos produtos, área de clientes, integração com sistemas da empresa ou várias línguas.

Para a maioria dos pequenos negócios, a decisão mais importante não é o valor gasto, e sim ter o site no ar, com as informações certas, e acompanhar se ele está trazendo contatos. Um site simples que gera conversas no WhatsApp vale mais do que um projeto elaborado que fica meses em desenvolvimento.

Exemplo prático: comparando três orçamentos

Imagine uma clínica de fisioterapia que recebeu três propostas. A primeira é uma ferramenta de "faça você mesmo" com mensalidade baixa. A segunda é de um profissional autônomo, com valor de criação moderado e mensalidade de manutenção. A terceira é um site pronto com pagamento único.

Para comparar, a dona da clínica montou uma tabela com o custo de três anos de cada opção, somando criação, mensalidades, domínio e hospedagem depois do período incluído. Também anotou quanto tempo dela cada opção exigiria. A opção mais barata no primeiro mês não era a mais barata em três anos, e a que parecia mais simples exigia dezenas de horas de trabalho da própria dona, que preferiu usar esse tempo atendendo pacientes.

O exemplo não serve para dizer qual opção é melhor em todos os casos. Serve para mostrar que a comparação precisa considerar o período inteiro e o tempo do dono, e não só o primeiro pagamento.

Lista de verificação antes de contratar

  • O domínio fica no nome do meu negócio?
  • Quantas páginas e quais seções estão incluídas?
  • Quem escreve os textos e quem providencia as fotos?
  • Quanto custa a hospedagem depois do período incluído?
  • Posso alterar textos e fotos sozinho?
  • Quantas rodadas de ajuste estão incluídas?
  • Há garantia ou prazo para desistir?
  • O site é cadastrado no Google?

Perguntas frequentes

  • Site barato funciona? Funciona quando tem as informações certas, abre rápido no celular e leva ao contato. O preço não garante resultado em nenhuma faixa.
  • Preciso pagar mensalidade para ter site? Depende do modelo. Algumas opções cobram mensalidade enquanto o site existir; outras cobram uma vez pela criação e, depois, apenas domínio e hospedagem.
  • O site já vem aparecendo no Google? O site pode ser cadastrado no Google na entrega, mas a posição nos resultados gratuitos depende de vários fatores e leva tempo. Ninguém pode garantir uma posição.
  • Posso começar simples e ampliar depois? Sim. Muitos negócios começam com uma página e acrescentam páginas de serviços, galeria ou blog conforme crescem.

Quer um site profissional com preço fechado e pagamento único?

Envie nome, endereço, WhatsApp e 3 fotos. O prazo é combinado no atendimento, e o site só vai ao ar depois da sua aprovação.

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